Quando nos oferecemos a nós próprios, quando mentimos, quando erramos, quando criamos, sem dar por isso, novos rumos à nossa vida, tentamos fazer com que tudo corra bem. Cortamos laços, reatamos e voltamos a começar. Depois do momento em que

Colocou a mão no peito, respirou para dentro e repetiu a doçura da palavra que era. Questionou a validade da força que tem, se valeria a pena fazê-lo. Tentou uma vez e percebeu que era a altura certa. Voltou, então, ao seu cubículo, para dentro de si e navegou até ao mais profundo sopro que podia transparecer e, nesse momento, uma mancha de energia correu para

Tento começar e recomeçar escrever aquilo que senti e que quero que sintam, mas por mais que tente sei que só com as palavras reais e sinceras podia fazer passar o que quero. Mas essas não vão repeti-las, nunca.
“Em todo o lado essa palavra, repetida ao expoente da loucura.”

7 comentários:

  1. Está incrivel a forma como escreves-te este texto. Ao tirares a palvra deste ainda mais força ao que querias dizer, além de teres dito muitos mais. Pois, ao não escreveres nenhuma, podias ter escrito tudo. Mas se tivesses preenchido o espaço, deixavas milhares de fora. ;D
    Gostei muito :D

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  2. Bem, este texto ficou diferente de todo!
    Adorei e.. oh, tu sabes tudo, afinal depois de escrever de certeza que encontras solução para isso (: *

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  3. está fantastico :D
    beijinho*

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  4. Gostei do blogue e da mensagem.
    Parabéns.
    Um beijinho

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  5. Às vezes há coisas que se mantêm mágicas porque se mantêm dentro de nós, há palvras e há sensaçoes assim e às vezes não é preciso mostra-las ou escreve-las, sentir chega :)

    um beijinho*

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